A estreia não valeu o ingresso, nem a pipoca.

A estreia não valeu o ingresso, nem a pipoca.

A seleção iniciou sua Copa do Mundo de 2026 em Nova York, lugar de tantos filmes de Hollywood e também palco da final do torneio. Poderíamos até arriscar e dizer que está tudo escrito pelos deuses do futebol para o Brasil ser hexacampeão. Porém, tem sempre um “porém” que assombra a seleção nas últimas Copas.

O que se viu em Nova York, diante dos marroquinos, foi mais uma vez o triunfo do nosso eterno complexo de vira-latas. A cor amarela da camisa amarelou as almas dos nossos jogadores, que pareciam implorar para serem goleados.

Uma equipe assustada, nervosa. Ou, como diria Nelson Rodrigues: “jogaram com a perplexidade de quem vê um fantasma em pleno meio-dia”. O Brasil não sabia se defender e muito menos atacar; esqueceram o roteiro e transformaram a estreia no pior filme de terror.

Se a equipe canarinho quer realmente ter um final feliz, precisa recordar que é a protagonista absoluta no cinema do futebol. Por enquanto, sua apresentação não valeu o ingresso, nem a pipoca.

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